Proteção contra ransomware: 5 dicas para manter sua empresa segura

A cibersegurança é uma das áreas mais importantes para o futuro da computação. Com uma sociedade cada vez mais dependente dos dados e plataformas computacionais, é mais importante do que nunca garantir a proteção e a estabilidade desses sistemas.

Por isso, elaboramos este conteúdo diferenciado sobre o tema. Afinal, você sabe o que é um ransomware? Caso não, tudo bem, pois aqui você descobrirá detalhes importantes a respeito dessa ameaça, conhecendo as melhores dicas de prevenção e reação ao problema. Então não perca tempo e acompanhe!

O que é ransomware?

Em português, ransom significa resgate. Isso, por si só, já é uma explicação razoável sobre o funcionamento dos ransomwares, que são ameaças engenhosas que miram na segurança dos dados, tanto das empresas como das pessoas físicas. 

Em essência, um ransomware é um vírus computacional que, nos últimos anos, esteve entre os principais tipos de ataques cibernéticos. O seu funcionamento é simples e objetivo. Primeiro, o grupo invasor injeta o arquivo malicioso na rede de computadores de uma empresa, ou em seus próprios dispositivos físicos.

Essa inserção pode ocorrer das mais variadas formas, das mais simples às mais sofisticadas. Por exemplo, o ransomware pode ser “injetado” ao fazer com que um usuário abra um e-mail suspeito e baixe, inadvertidamente, o arquivo malicioso. 

Outra possibilidade é a engenharia social, em que vulnerabilidades facilitam uma invasão sem exigir hacking, DDoS ou quebra de senhas. Independente de como isso ocorre, considere que houve a vulnerabilidade e, agora, o arquivo está em um dispositivo físico ou em uma máquina dentro da Virtual Private Network da empresa. 

A real engenhosidade dos ransomwares é o seu mecanismo pós-infecção. Afinal de contas, a contração desse vírus ainda depende, invariavelmente, de falhas humanas, como a negligência, a desatenção e a vulnerabilidade provocada por pouco ou nenhum investimento em cibersegurança. 

Mas é depois que o arquivo entra na máquina ou no servidor que a sua “mágica” acontece. Como é comum a muitos vírus de computador, esses arquivos contam com scripts silenciosos, que executam comandos em segundo plano, sem serem percebidos.

Como sugere o nome, o ransomware é uma infecção de sequestro e resgate, e as vítimas desses ataques são os dados, os sistemas e as plataformas da empresa. Quando “inoculado”, ele dispara um comando que criptografa a base de dados das máquinas ou servidores afetados. 

Simultaneamente, o vírus emite uma mensagem, que comunica a intenção do grupo invasor. Geralmente, essa mensagem segue o padrão clássico de uma operação de sequestro e resgate. A advertência informa o que está acontecendo e chantageia os usuários, posicionando algumas alternativas, tais como:

●        ou a gestão paga uma soma, geralmente, em criptomoeda ou em qualquer outro meio pouco rastreável, para descriptografar e recuperar os arquivos;

●        ou os invasores deletam os dados, sugerindo um prejuízo monumental para a empresa.

No Brasil, muitas empresas lidaram com esses ataques, principalmente, no setor de frigoríficos. Os grupos invasores podem ficar meses e até mesmo anos tentando vulnerabilizar o servidor de uma companhia — e tudo o que eles precisam é de uma única brecha para entrar e colocar tudo em ação. 

Quais as 5 melhores dicas de proteção contra ransomware?

Agora que você já sabe que os ransomwares estão entre as principais ameaças à segurança da informação, é momento de conhecer boas práticas de segurança para garantir a sua estabilidade e proteção.

Abaixo, listamos dicas e investimentos objetivos para proteger a sua gestão — confira!

1. Adote rotinas de backup

Atualmente, existe uma série de boas soluções na área de backup e prevenção. Muitas empresas investem em softwares que fazem o backup individual de cada arquivo, a cada nova alteração, garantindo, em tempo real, a atualização da base de dados de recuperação. 

O backup é um “colchão de segurança”. Em uma ameaça ransomware, caso tudo pareça comprometido pelo ataque, basta realizar a recuperação dos sistemas, utilizando o backup anterior à invasão. Mas claro, isso exige uma análise cuidadosa para evitar retornar a uma versão já infectada. 

2. Defina políticas e protocolos de segurança

Por muito tempo, as empresas lidaram com os desafios de conciliar uma intranet segura com o conceito de BYOD, que estimula os colaboradores a usarem seus próprios dispositivos. Com a popularização do trabalho remoto, isso se tornou ainda mais desafiador e delicado. 

Por isso, é muito importante investir na conscientização e na adoção de boas práticas de segurança. Assim, é possível minimizar as vulnerabilidades, protegendo o sistema tanto de uma invasão outside-in como de uma invasão interna, elaborada por etapas de engenharia social. 

3. Invista em um antivírus de confiança

Proteger uma empresa é coisa séria. Por isso, recomendamos que você faça uma ampla pesquisa e selecione o que há de melhor no mercado para a sua proteção. Apenas com uma solução sólida, confiável e bem reputada que você conseguirá promover a segurança dos dados da sua empresa.

4. Mantenha os Sistemas Operacionais atualizados

Não importa se a sua empresa usa Mac, Windows, Linux ou afins. O que importa é garantir que esses SOs estejam atualizados para as suas últimas versões estáveis. Isso garante que você esteja rodando versões com as últimas correções de segurança e rede já implementadas. 

5. Adote soluções de segurança para os e-mails

Apesar de funcionais, os e-mails são a principal porta de entrada para a rede das empresas. Infelizmente, boa parte dos colaboradores, sobretudo os que não fazem parte do setor de tecnologia, não são tech-savvy, ou seja, não são ávidos conhecedores de tecnologia, assim como seus riscos e funcionalidades. 

E essa é uma vulnerabilidade muito grande. Quando o próprio colaborador não consegue identificar um e-mail suspeito, a chance de uma infecção é muito alta. Afinal de contas, nenhum vírus se autodenuncia com um “baixe o anexo para permitir a infecção”.

Geralmente, essas abordagens são sorrateiras. Tanto o PDF quanto o assunto do e-mail podem indicar se tratar de um relatório de departamento. Por isso, para evitar que a sua segurança dependa da ingenuidade dos colaboradores, é fundamental investir em ferramentas de segurança para os e-mails da sua operação.

Para finalizar, vale destacar o que fazer mediante um ataque. A realidade é que tudo depende das medidas de prevenção já implementadas. Se você investiu em backup, poderá ignorar a invasão e restaurar o sistema a uma instância em que tudo estava limpo e seguro. 

Se investiu em uma equipe de segurança, poderá lidar com o ataque de maneira mais cautelosa e eficiente. Caso invista em tudo, combinando ferramentas, protocolos, conscientização e boas práticas, é muito improvável que o ataque sequer aconteça, pois qualquer ameaça é rapidamente notificada como uma tentativa de invasão já neutralizada.

Agora que você conhece a ameaça que os ransomwares oferecem às empresas, aproveite para investir na segurança da sua gestão. Para isso, basta acessar nossa página e entrar em contato para conhecer o nosso serviço!

Junte-se a nós

Receba Em Seu E-mail Conteúdos Exclusivos

Inscreva-se em nossa newsletter e receba novidades sobre o Grupo Stefanini.