Liveness: O que é e para que serve?

No mundo inteiro a tecnologia de biometria facial cada vez mais estão sendo utilizadas, como em comprovação de identidade e processos virtuais. Como garantir que não ocorrerá fraudes e ter a veracidade deste tipo de procedimento? Por isso, neste processo o uso da tecnologia liveness, é essencial. 
Esta ferramenta, garante a verificação de que se a pessoa que está do outro lado, está ao vivo e não utilizando uma imagem ou foto para fraudar o sistema de reconhecimento facial.Mas é necessário saber mais sobre a biometria facial, uma medida de segurança que tem o objetivo identificar a pessoa por meio da análise de traços faciais, conhecido como motor biométrico facial é utilizado através de um mapeamento de alguns pontos biométricos do rosto. 
O sistema verifica, por exemplo, a distância entre olhos, nariz e boca, espaçamento entre sobrancelhas e queixo, contorno da face e formato de extremidades do rosto. Baseado através dessas medidas é capaz de gerar um código, que vai corresponder à biometria facial de cada indivíduo. 
A partir daí, que entra a tecnologia liveness, com a utilização de algoritmos de mapeamento facial, planejado junto com a inteligência artificial, a ferramenta é utilizada para identificar se o usuário está “vivo”. Para isso, utiliza-se a combinação de alguns movimentos específicos com o processamento de imagens, analisando os dados coletados para realizar a prova de vida do usuário. 
Sorrir, piscar ou movimentar a cabeça, são alguns exemplos de arbítrios utilizados na análise, e assim consegue comprovar se a imagem transmitida é real ou uma representação falsa. 

Diferença entre Liveness ativo e passivo 

Encontramos a tecnologia dividida entre duas categorias desta função, entre processos utilizados e interação com o usuário. 
– Processo Passivo, onde a ferramenta não utiliza interação com o indivíduo para detecção de falsificações, sendo assim a tecnologia utiliza dos algoritmos e captura dos dados biométricos, com uma alta qualidade, para garantir a autenticidade da imagem. 
– Processo passivo, onde é solicitado que o usuário execute ações de movimentos com o rosto, como sorrir e piscar. Com esses processos de validação, você tem a garantia que o usuário que está se identificando, é quem diz realmente ser, garantindo o processo de onboarding digital muito mais rápido e seguro.

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