América Latina é apontada como hub de talentos na nova geração de Inteligência Artificial durante encontro em Davos

30 de Janeiro de 2020 por Stefanini

Lançado durante o World Economic Forum em Davos, o estudo  2020 Global Talent Competitiveness Index (GTCI), publicado pelo INSEAD, uma das maiores e mais prestigiadas escolas de negócios do mundo, avalia a aplicação da Inteligência Artificial (IA) globalmente. No capítulo 2, do importante relatório global, Marco Stefanini, fundador e CEO global da Stefanini e Fábio Caversan, diretor de IA e pesquisa cognitiva da empresa no EUA, destacam os cenários atuais e futuros desse tema na América Latina, que tem sido o foco de uma transformação digital generalizada.

O relatório apontou a América Latina como um futuro hub de talentos em IA, além de revelar importantes avanços da tecnologia​ ​na região. Segundo dados do estudo, a América Latina assumiu a liderança na estratégia nacional de IA. O México está entre os dez primeiros países a lançar esse posicionamento, seguido pelo Uruguai, Chile e Brasil. O estudo mostra também que entre os 100 países mais bem preparados para a IA, 15 são da América Latina.

“O relatório anunciado em Davos confirma o potencial da América Latina na criação e desenvolvimento de uma força de trabalho especializada em IA, capaz de enfrentar os desafios e as necessidades da nova era digital”, afirma Marco Stefanini. O estudo destaca ainda que a falta de talento especializado é o principal desafio ao desenvolvimento da tecnologia.

Potencial da América Latina

Com uma população estimada em meio bilhão de pessoas em cinco dos países mais promissores em digital sourcing- Brasil, México, Colômbia, Peru e Argentina, a América Latina vem se destacando com investimentos em educação e se posicionando como uma excelente opção nearshore. Na América Latina, o número de universidades e jovens que ingressam nelas está crescendo como resultado direto do aumento de seus investimentos em educação.

Presente em oito países, com mais de 16,5 mil funcionários na América Latina, a Stefanini promove oportunidades nearshore nos EUA e na Europa. A multinacional possui grandes centros de entrega em dois dos países apontados no relatório em Davos (México e Brasil) e uma forte presença nos outros seis países (Colômbia, Chile, Argentina, Uruguai, Peru e Venezuela) mencionados no estudo.

“Na América Latina, com 500 milhões de pessoas nos cinco principais países, podemos fornecer serviços para a América do Norte no mesmo fuso horário. Na Europa Oriental, com 110 milhões de pessoas em quatro países, também podemos oferecer o mesmo modelo nearshore para a Europa Ocidental”, explica Marco Stefanini.

Alinhamento cultural mais próximo

 A Stefanini possui fortes parcerias com Universidades - como TECNOPUC e CESAR no Brasil -, o que permite à empresa oferecer não apenas uma força de trabalho capaz de executar projetos de IA, mas também profissionais qualificados em pesquisa e desenvolvimento.

A América Latina também oferece um alinhamento cultural mais próximo com a América do Norte. "O espírito empreendedor, característica marcante dos latinos e presente no DNA da Stefanini, é um benefício adicional ao desenvolvimento de projetos de IA, cuja natureza exige mais criatividade, iniciativa e agilidade", afirmou o CEO Global.

A Stefanini US já possui projetos usando IA no modelo nearshore. Dois deles - Toyota e DeVry University - foram apresentados durante a última conferência Gartner ITXpo, uma das mais importantes reuniões globais de tecnologia do ano.

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