Segurança no setor bancário: entenda os desafios e como enfrentá-los!

25 de Fevereiro de 2021 por Stefanini

A transformação digital mudou bastante a maneira como os bancos se relacionam com seus clientes. Nos últimos anos, por exemplo, a utilização de canais online e dos aplicativos cresceu de maneira vertiginosa — o que deu abertura para que o usuário pudesse realizar vários serviços remotamente.

E a mudança foi boa. Para o cliente, tudo ficou mais econômico, cômodo e ágil. Mas todo esse movimento de modernização e otimização também cobra um preço. Diante da atual tendência de digitalização dos serviços financeiros, a segurança no setor bancário é um desafio acentuado.

Agora, ela é uma questão ainda mais relevante, dado o volume de dados, transações e informações sensíveis que trafegam diariamente na internet. E como os bancos lidam com o cenário digital e oferecem serviços online, com total segurança e confiabilidade aos usuários?

Para responder, convidamos um especialista no assunto: Leidivino Natal, CEO da Stefanini Rafael. Veja o que ele tem a dizer sobre a relevância e desafios da segurança no segmento bancário!

Por que a segurança no setor bancário é tão importante?

Já que hoje grande parte das atividades cotidianas da sociedade está, de alguma forma, compartilhando dados por meios online, falar em segurança é tocar em um dos temas mais relevantes e sensíveis da atualidade.

Devido à grande quantidade de informações e dados sensíveis que trafegam pela rede mundial de computadores, os riscos de interceptação, ataques cibernéticos de invasão e quebra do sigilo de dados, por exemplo, são ainda maiores.

Os dados de notificações obtidas pela Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos — uma parceria da ONG Safernet Brasil com o Ministério Público Federal (MPF) —, apontam que a quantidade de denúncias anônimas referentes a crimes cometidos via internet mais que dobrou em 2020.

A pesquisa ainda mostra que, de janeiro a dezembro do ano passado, 156.692 denúncias anônimas foram registradas. Em 2019, o número de registros foi de 75.428, muito abaixo do ano de 2020, que alcançou o maior patamar da série histórica, iniciada em 2014.

Com a difusão da internet e dos meios digitais, o fato é que os criminosos e as quadrilhas têm se interessado mais nos crimes cibernéticos, dada a possibilidade de se apoderar de informações de terceiros para obter diversas vantagens indevidas.

A grande questão, no entanto, é que esses criminosos estão mais especializados e suas ações bem sofisticadas, o que aumenta os riscos a que os usuários dos meios digitais estão expostos. E essa realidade, sem dúvida, afeta todos os segmentos do mercado.

Daí a crescente necessidade de soluções eficientes e a aplicação de boas práticas, sobretudo em relação à segurança da informação nos bancos, dada a natureza das informações e dados que essas instituições costumam ter em poder para transacionar com seus clientes.

Com esse “tesouro”, os bancos precisam dispor de políticas de segurança ainda mais robustas e investir em soluções e ferramentas sofisticadas, com o objetivo de manter tudo protegido de ameaças internas e externas — sobretudo a partir de agora, com a entrada em vigor da LGPD.

Quais desafios esse setor pode enfrentar?

O CEO da Stefanini Rafael, Leidivino Natal, destaca que há muitos desafios envolvidos nas atividades financeiras, sobretudo quando se considera o cenário de operações globalizadas e digitais do mercado bancário. Esse setor é um dos principais alvos de fraudes e ataques virtuais, o que reforça a necessidade de um aprimoramento contínuo de segurança digital.

Segundo o especialista, certos desafios estão enraizados na própria cultura dos bancos e dos gestores e líderes. Em muitos casos, as instituições não acreditam que poderão ser alvo de algum tipo de ação criminosa. Além disso, no Brasil, ainda não existe uma cultura de segurança tão sedimentada dentro das instituições — o que aumenta os riscos.

“Primeiro, o foco é o usuário que acha que nunca vai acontecer com ele. É preciso mudar essa mentalidade. Infelizmente, no Brasil, ainda não existe essa cultura de segurança tão enraizada”, aponta.

Outro desafio destacado por Leidivino diz respeito à própria gestão dos bancos. Em determinadas situações, por quererem se proteger, gestores não se abrem para melhorias e atualizações — o que é de vital importância quando se pensa em segurança no setor bancário.

A anatomia do ataque muda todos os dias. Novos softwares maliciosos, metodologias e abordagens surgem em diversos cantos do mundo. Por isso, é pertinente acompanhar o cenário global, inteirar-se das ações criminosas e, principalmente, das boas práticas de proteção.

Como é possível lidar com esses desafios?

Há uma série de medidas que podem ser aplicadas para reforçar a segurança no setor bancário. A primeira delas é já iniciar o processo com um desenho de segurança que abarque todo o sistema, incluindo até os aspectos de automação bancária. A partir daí, também é possível destacar:

  • identificação e classificação de ativos — é fundamental categorizar o nível de sensibilidade, criticidade e segurança exigidos pelos ativos gerenciados nas operações bancárias;
  • avaliação de riscos — é essencial que as instituições tenham consciência sobre os riscos mais comuns em suas operações, desenvolvendo estratégias direcionadas para mitigá-los;
  • capacitação e treinamento das equipes — é muito importante que os colaboradores tenham conhecimento sobre as ameaças existentes em suas atividades e saibam como agir para não serem alvos. Aqui, o controle de acesso é uma ferramenta crucial;
  • orientação dos clientes — como são as maiores vítimas potenciais dos crimes cibernéticos, os bancos precisam dedicar tempo e investimentos em orientação, educando os clientes sobre a forma correta e segura de utilizar aplicações e serviços.

Em conjunto com essas ações, o CEO da Stefanini Rafael ainda pontua que é necessário trabalhar na modelagem das aplicações utilizadas em operações bancárias, sejam elas de uso interno, sejam de uso aberto, como é o caso de internet banking.

O ideal, segundo ele, é entender o objetivo da aplicação e, a partir disso, estruturá-la de forma precisa, com as funcionalidades adequadas e suficientes para atender as necessidades do negócio e dos clientes. Isso sem gerar riscos com funções adicionais e pouco aderentes aos reais objetivos.

A ideia central é que a aplicação seja compatível com a jornada digital da instituição bancária. Logo, há uma contribuição na melhoria dos seus processos na medida certa, com os riscos controlados e devidamente mitigados.

De que forma a Stefanini pode ajudar?

Com foco em ajudar negócios a otimizar sua jornada de transformação digital, a Stefanini tem muito a contribuir com a segurança no setor bancário. Isso se dá a partir da sua visão cross, de um framework de inovação próprio, de especialistas com visão revolucionária e de uma vasta experiência tecnológica e de mercado. Seu portfólio de alta qualidade é alinhado à Indústria 4.0 e às mais inovadoras tecnologias do segmento financeiro.

A segurança no setor bancário é um tema de grande relevância na atualidade, sobretudo em razão do crescimento do uso de plataformas digitais e serviços via internet. Nesse contexto, atuar de forma segura e confiável, sem dúvida, depende muito de investimentos em tecnologia, inovação e boas práticas de segurança no desenvolvimento e utilização de aplicações.

Em todos esses aspectos, a Stefanini tem o know-how necessário não só para garantir a segurança digital, mas, principalmente, para oferecer todo o ecossistema de soluções que preparam instituições para o mundo digital, suas ameaças e oportunidades.

Agora que está por dentro da importância da segurança no setor bancário, entre em contato conosco hoje mesmo e conheça melhor os nossos serviços e soluções!

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