Por que se preocupar com a segurança da informação nas empresas?

A segurança da informação nas empresas ganhou destaque. Pensando nisso, reunimos neste artigo aspectos que reforçam sua importância. Acompanhe!

13 de Março de 2020 por Stefanini

A transformação digital e o rápido avanço tecnológico dos últimos anos fez com que o setor de TI assumisse um papel estratégico nas organizações. Os dados utilizados para as tomadas de decisão se tornaram verdadeiros ativos e, consequentemente, precisaram ser gerenciados com mais eficiência.

Nesse cenário, a segurança da informação nas empresas ganhou destaque. Entretanto, ainda é comum ter dúvidas sobre o impacto dessa política. Pensando nisso, reunimos neste artigo aspectos que reforçam sua importância. Acompanhe!

Os perigos da falta de segurança da informação nas empresas

A segurança da informação é aplicada para manter os dados de uma organização protegidos, neutralizando os perigos da rede. Mas, afinal, por que é tão importante estabelecer essa política? A seguir elencamos os principais perigos que as medidas de segurança podem evitar!

Ameaça à confidencialidade dos dados

A confidencialidade é muito mais do que simplesmente manter os dados da empresa protegidos a sete chaves. O conceito, que está entre os pilares da segurança da informação, não se trata de bloquear os dados, mas de ter total controle sobre quem são as pessoas autorizadas a acessá-los.

Nas últimas décadas, a falta de confidencialidade foi, inclusive, um dos grandes desafios enfrentados pelas organizações. Afinal, além da possibilidade de um sistema sair do ar, o vazamento pode significar que pessoas estão acessando informações importantes sem o devido assentimento.

Se esse tipo de informação é roubada ou vaza de alguma forma, os clientes e parceiros da empresa são afetados diretamente. Consequentemente, isso pode resultar em um processo judicial por violação de privacidade ou quebra de contrato — sem falar, é claro, que a falta de proteção aos dados mancha o nome da sua empresa.

Outro ponto sensível é a propriedade intelectual do negócio. Se terceiros acessam informações de projetos, patentes, protótipos ou mesmo relatórios de desempenho da empresa, a estratégia de mercado e a competitividade são fortemente comprometidas.

Por isso, pode-se afirmar que a segurança da informação nas empresas começa pela garantia de confiabilidade dos dados, seja no ambiente físico, seja no digital.

Comprometimento da integridade

Com a digitalização dos negócios, o número de empresas que atuam 100% online, como as fintechs, não para de crescer. Mesmo setores historicamente baseados em relações pessoais, como o comércio, estão fortalecendo sua presença online — algo facilmente observável pelo número de lojas virtuais (e-commerces) que surgem todos os dias.

Nesse sentido, os dados das empresas passam a estar atrelados a essa nova dinâmica dos negócios. Se o servidor que sustenta um e-commerce é danificado, por exemplo, o site pode sair do ar, fazendo a empresa perder dinheiro a cada segundo de inatividade. O que as organizações estão entendendo é que isso pode ocorrer por diversos motivos — seja um ciberataque, seja uma falha na infraestrutura.

Logo, a integridade da informação garante que os dados disponíveis sejam confiáveis. Da mesma forma que um relatório financeiro da empresa deve ser fiel em cada número apresentado, o conteúdo do banco de dados deve ser mantido inalterado. A falta de um backup, por exemplo, pode resultar em perda de informações valiosas.

De forma concisa, o conceito de integridade se refere à capacidade da empresa de manter as características originais da informação. Então, além de controlar quem acessa os dados, é fundamental estabelecer uma infraestrutura segura para que eles não sejam corrompidos.

Problemas de autenticidade

A garantia de inalteração de uma informação é feita por meio da aplicação de um sistema de autenticidade, propiciando que a proteção aos dados seja legitimada de alguma forma. No setor financeiro, por exemplo, isso é crucial. Do contrário, não haveria como identificar se uma transação realmente aconteceu, abrindo margem para fraudes.

A comunicação interna e externa também se beneficia dos cuidados com a autenticidade dos dados. Com um sistema de criptografia (VPN) para proteger os canais de comunicação (e-mail e aplicativos de mensagem etc.), os colaboradores podem enviar e receber documentos e informações em geral com mais tranquilidade.

Se um hacker intercepta um documento, ele estará simplesmente inacessível. No entanto, a ausência desse tipo de proteção expõe a empresa aos mesmos problemas citados anteriormente. Para ir além, vale ainda destacar que novas tecnologias estão ganhando espaço entre organizações que adotam uma política de segurança da informação mais robusta.

O blockchain é um dos sistemas mais inovadores no que se refere à questão da autenticidade. Grosso modo, ele permite que os pontos de uma rede estabeleçam uma troca de dados na qual o registro das transações é descentralizado. Nos sistemas tradicionais, como os bancários, uma espécie de livro-razão reúne esses registros no próprio servidor do banco.

Ainda que a instituição tenha controle sobre os dados, um ataque ao servidor pode comprometer toda a gestão dos dados. Por isso, novas ferramentas se tornaram diferenciais no mercado atual. Afinal, cada vez mais empresas adotam a segurança da informação como critério na hora de fechar negócios ou formar parcerias.

Risco de inconformidade

Um vazamento de dados pode ainda gerar um cenário de inconformidade jurídica. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estabelece punições severas para quem não garantir a segurança das informações coletadas do consumidor. Por isso, toda empresa que registra dados de seus clientes deve garantir que eles não sejam repassados sem a autorização do titular.

Até mesmo a ocorrência um ataque direcionado aos servidores da empresa pode causar multas pesadas, já que a proteção dos dados é de responsabilidade de quem coleta e armazena. E o que podemos fazer para evitar que isso aconteça? Para começar, deve-se estabelecer uma política de segurança da informação nas empresas que considere os seus princípios básicos, sendo eles conformidade, disponibilidade, integridade, autenticidade, confidencialidade e irretratabilidade.

Essa estratégia conta com mecanismos de proteção (hardware e software), mas também com práticas que auxiliem a empresa no cumprimento do seu plano. É preciso conscientizar os funcionários, por exemplo, para que eles entendam a importância do assunto, além de criar meios de monitorar a rede e gerenciar os riscos.

Lembre-se que esse assunto não é de interesse apenas de grandes corporações. A LGPD é bem clara em relação à necessidade de adequação de todas as instituições (públicas e privadas) no território brasileiro.

A lição que fica é: trate a segurança da informação nas empresas como uma pauta prioritária. Esse cuidado, como você pôde ver, elimina riscos de ataques e corrompimentos, ajuda a fidelizar clientes e aumenta a confiança na sua marca!

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