Entenda o que é a economia do metaverso e como se preparar

25 de Abril de 2022 por Stefanini

Hoje, falaremos sobre uma das principais tendências para os próximos anos. Afinal de contas, você sabe o que é, e como funciona a economia do metaverso? Caso não, sem problemas, pois foi por isso que elaboramos este conteúdo. 

O nosso objetivo é explicar tudo o que você precisa saber sobre o tema, esclarecendo o que é o metaverso, como isso funciona, quais suas oportunidades, como é a economia nesse ambiente e, por último e mais importante, como as empresas podem se preparar para essa tendência. Então, não perca tempo e acompanhe!

O que é o metaverso?

Antes de entender o metaverso é importante conhecer a sua “tecnologia-mãe” — a realidade virtual, que é uma instância digital e paralela à realidade física. Já faz muito tempo que a humanidade cria tecnologias de realidade alternativa, mas só agora que a computação está conseguindo acompanhar a nossa imaginação. 

Realidade virtual

Nos últimos anos, a venda de dispositivos de realidade virtual cresceu rapidamente, assim como o número de conteúdos (como jogos e experiências) desenvolvidos para este formato. A expressão realidade virtual foi utilizada pela primeira vez em meados da década de 1980 por Jaron Lanier, um expoente na história da computação. 

Desde então, já se imaginava a criação de universos, experiências e aplicações em uma realidade digital, que se estendesse para além das limitações da realidade física. Mais tarde, em 1992, Neal Stephenson, um autor proeminente de ficção científica, utilizou o termo metaverso pela primeira vez. 

Origem

O termo surgiu da combinação de duas palavras, meta e universo. Do grego, “meta” significava transcendência, o significado de algo além de seu próprio significado. E o universo como um ambiente que existe restrito por suas próprias condições e regras. 

Quando Stephenson usou a palavra pela primeira vez, sua intenção era se referir a um ambiente que ia além da realidade presencial, em que as pessoas utilizam avatares 3D que as representavam nessa instância digital. Um mundo não contido pelas delimitações da vida real — um mundo além da realidade presencial. 

Como o metaverso ganhou popularidade?

Em plena década de 2020, o metaverso já assume uma identidade muito próxima daquela em que ele foi idealizado inicialmente. Como todos sabemos, já faz muito tempo que a humanidade cria soluções de entretenimento tridimensional, como jogos, filmes e todo tipo de experiência. 

No entanto, a imersão a esses conteúdos sempre foi limitada pela forma de interagir com essas experiências. Por mais que os universos fossem tridimensionais, eles sempre eram consumidos por um meio bidimensional, como uma tela. Foi assim que a realidade virtual acabou impulsionando a popularização do metaverso. 

Finalmente, com a miniaturização da tecnologia — componentes cada vez menores, mais baratos, potentes e leves —, está sendo possível construir dispositivos vestíveis em escala, combinando qualidade e acessibilidade para o consumidor final — assim, reduzindo a barreira de entrada para novos usuários da tecnologia. 

Mas a realidade virtual não foi a única tecnologia inovadora que acelerou a popularização do metaverso. Outro grande aliado desses ambientes virtuais são as tecnologias descentralizadas, envolvendo blockchain, criptoeconomia, privacidade, segurança de dados digitais e por aí adiante. 

Com o “boom” do mercado cripto, o metaverso acabou acelerando sua popularização. Muitas empresas reconheceram a oportunidade, logo cedo, de combinar modelos de economia descentralizada à criação de ambientes em que os usuários poderiam consumir, socializar e vivenciar as experiências desses universos. 

Como o metaverso funciona?

Hoje, o metaverso não é uma ideia restrita a pequenas startups e grupos criativos. Na realidade, titãs tecnológicos já demonstraram claro interesse por essa nova era da tecnologia, que será formada por várias ambientes e realidades — digitais, paralelas e alternativas. 

Exemplos

A melhor forma de entender um conceito é enxergá-lo na prática. O exemplo mais emblemático de metaverso está sendo liderado pelo antigo Facebook, atual Meta. Além do Facebook, Instagram e WhatsApp, a empresa também é proprietária da principal fabricante de dispositivos de realidade virtual, a Oculus.

No final de 2021, o Facebook, apresentando-se a partir de então como Meta, mostrou ao mundo em uma apresentação de mais de uma hora o que era o metaverso e como todos iriam construí-lo, colaborativamente e juntos — The Metaverse and How We'll Build It Together

Boa parte da keynote se dedica a esclarecer como será esse futuro de realidade mista, em que as pessoas coexistem tanto nas vidas presenciais como digitais. O metaverso da Meta, nomeado Horizons, é apresentado como um ambiente de educação, trabalho, socialização, entretenimento e comércio

Quais as vantagens do metaverso?

Tecnicamente, a principal vantagem é a liberdade das limitações da realidade presencial. Na vida real, barreiras geográficas, econômicas e físicas podem impedir ou limitar as experiências. Em um metaverso, não existem essas limitações, e é possível encurtar distâncias, mesmo que elas existam no campo material.

Em um segundo momento, também há o elemento da oportunidade. De tempos em tempos, a tecnologia presenteia o mundo com novos ciclos de inovação e produtividade. Foi assim com o surgimento da internet. Posteriormente, com a popularização do e-commerce. Mais tarde, com o surgimento das lojas de aplicativos.

Em seguida, com a criptoeconomia. E agora, com o metaverso. Para empresas e profissionais do campo criativo, o metaverso pode simbolizar o começo de uma nova era de produtividade e faturamento, criando componentes e soluções para esses ambientes e todos os seus consumidores atuais e futuros. 

O que é a economia do metaverso?

A economia do metaverso é o ecossistema de produtividade e monetização das mercadorias e experiências digitais. Gigantes tecnológicas, como Meta e outras, podem investir pesado na criação de seus próprios universos virtuais e faturar com a taxação da comercialização de itens e serviços em seus metaversos. 

Por outro lado, empresas voltadas à área criativa podem passar a prestar serviços, criando experiências e itens para serem utilizados nos metaversos, como avatares tridimensionais, vestimentas e por aí adiante. Se tiver adesão em massa da sociedade, o(s) metaverso(s) acrescentarão uma nova camada econômica na existência de produtos, serviços e experiências disponíveis para consumo. 

Para encerrar, vale a pena falar sobre o que as empresas precisam fazer para embarcar e aproveitar essa nova era de oportunidades. Se você acompanha grandes eventos e feiras de tecnologia, deve notar que uma das lições e tendências mais importantes é o investimento em segurança e tecnologia.

Além disso, também é importante investir tempo na educação sobre os temas, identificando como a sua empresa pode acessar e atuar nesse mercado com um diferencial realmente competitivo. Como você pôde ver, a chegada dos metaversos pode oferecer muitas oportunidades nos próximos anos.

Agora que você tem uma noção razoável de como funciona a economia do metaverso, aproveite o momento para adaptar a sua operação a essa nova tendência, investindo em segurança, orientação e tecnologia de ponta. Para isso, basta acessar nossa página e entrar em contato!

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