Inteligência cognitiva na tecnologia: como funciona e quais são as vantagens

30 de Julho de 2021 por Stefanini

O uso de Inteligência Artificial na análise de dados de negócio já é um conceito mais popularizado dentro do mercado nos últimos anos. São utilizadas ferramentas capazes de extrair insights e estratégias de grandes volumes de dados de forma muito mais complexa e ágil que nós, humanos, somos capazes de fazer.

Mas, será que a tecnologia não pode aprender um pouco com o nosso jeito sofisticado de pensar? A inteligência cognitiva simula justamente nosso processo mental de uma maneira muito mais eficiente e significativa para resultados de negócio.

Quer entender mais sobre esse tipo de tecnologia, como funciona e suas vantagens? Vamos responder todas essas perguntas neste artigo. Acompanhe!

O que é inteligência cognitiva na tecnologia?

Para entender o que é essa nova tendência de mercado, podemos começar por dizer como funciona o nosso cérebro. Você já parou para pensar por que nos assustamos ao ver um vulto ou enxergamos formas de objetos e animais nas nuvens? Isso acontece porque nossos cérebros evoluíram para buscar o tempo todo por padrões — visuais, sonoros, olfativos, de paladar e tato.

Esse é um mecanismo fundamental para a nossa sobrevivência, pois agiliza a reação na hora de fugir de um perigo ou de buscar alimento, entre outras funções vitais. Mesmo que haja falhas nesse sistema (quem nunca enxergou um rosto em uma tomada de três pinos, por exemplo?), ele é muito eficiente tanto na hora de analisar uma situação quanto para economizar energia e agilizar a resposta adequada.

De maneira mais simplificada, a inteligência cognitiva é, assim como nosso modelo de raciocínio humano, um processo de reforço de padrões positivos e negativos. O código de IA busca conexões entre dados, contextos e históricos para criar atalhos entre eles, que permitam uma análise mais rápida e profunda de todas as possibilidades à disposição.

Como funciona a inteligência cognitiva?

Em uma análise mais técnica, a tecnologia cognitiva é parte do conceito maior de Inteligência Artificial. É uma tecnologia que não só tem a capacidade de analisar volumes de dados muito maiores do que o possível para o ser humano, como simula nossa capacidade de aprendizado por reforço.

Isso é feito com diversos algoritmos especializados que conseguem detectar padrões e se adaptar a eles nas próximas conferências. Se eles encontram um padrão positivo de informações que, quando cruzadas, demonstram insights interessantes para o negócio, essa conexão é reforçada.

Da mesma forma, se houver incompatibilidade em uma análise ou o resultado dela não for satisfatório em indicadores de performance, esse padrão é descartado. Ou seja, a cada nova interação entre a inteligência cognitiva e o banco de dados, ela se torna mais eficiente e objetiva.

É um verdadeiro processo de aprendizado que simula nosso raciocínio sem as limitações que ele apresenta — estafa, distrações e capacidade de processamento simultâneo. Assim, a IA se torna o verdadeiro cérebro eletrônico da empresa.

Quais são as ferramentas mais comuns?

Todas as ferramentas cognitivas são iterações de Inteligência Artificial desenvolvidas com esse objetivo em mente — inclusive o conceito mais popular de Machine Learning. O importante é que essas ferramentas precisam de um desenvolvimento e implementação em conjunto, com ajustes para a realidade de cada negócio.

Dentro disso, temos os algoritmos de reforços de padrão, bancos de dados estruturados para redes semânticas, softwares de automação de análise de dados e sistemas empresariais de gestão (ERP). O conjunto de todas essas tecnologias e a integração da informação na empresa é o que dá todos os insumos necessários para a inteligência cognitiva atingir seu potencial.

Mas, claro, não podemos excluir dessa conversa o fator humano. Bons analistas, desenvolvedores e parcerias tecnológicas ajudam a lapidar ainda mais essa solução — uma combinação de cérebro humano e eletrônico, que se torna a tendência de Business Intelligence no futuro.

Quais são as vantagens de investir em tecnologia cognitiva?

Não é por acaso que empresas líderes em vários setores pelo mundo estão investindo em soluções de inteligência cognitiva. Com a oferta maior de tecnologias de Big Data e a maturidade desse tipo de tecnologia, é possível conseguir uma série de benefícios para o negócio com investimentos acessíveis. Veja as principais vantagens!

Melhora na tomada de decisões

A grande busca por quem investe em computação cognitiva é a visibilidade de dados suficiente para tomar decisões de negócio com mais acerto e objetividade, entendendo todos os aspectos, projeções e cenários disponíveis.

Essa tecnologia aprende com padrões passados e atuais para extrair de dados crus o que é realmente relevante ao desenvolvimento de estratégias e escolha de caminhos — inclusive insights que inicialmente não são visíveis aos olhos dos gestores. Quanto mais ela aprende, mais sofisticados são seus relatórios.

Foco de posições estratégias no core business

Com uma Inteligência Artificial cuidando da análise de dados, gestores C-Level têm mais tempo, insumos e ferramentas para cuidar da parte mais importante no Business Intelligence: transformar esses insights em ações reais de mercado.

Quanto mais estratégicos são esses papéis, mais rapidamente uma empresa se adapta a novidades ou situações emergentes. Inclusive, é uma maneira de criar uma cultura inovadora percebida dentro e fora do negócio.

Identificação mais rápida de mudanças de mercado

Essa inovação vem principalmente da velocidade com que boas inteligências cognitivas reconhecem tendências e demandas entre concorrentes e o público.

Quanto mais se reforça sinapses dentro de um fluxo constante de dados, mais rápido é o caminho da IA entre segmentos e cruzamentos de informações que levem à descoberta de novos padrões. Assim, você ganha a oportunidade de agir antes e alcançar novos nichos primeiro.

Experiências inovadoras para clientes

Que tal levar a inteligência cognitiva também para o seu público? Em um estudo realizado pela Stefanini, essa mesma habilidade de encontrar padrões pode ser utilizada para customização proativa de serviços. O resultado dessa adoção é impressionante:

●        54% de aprimoramento da experiência de consumo;

●        44% de aprimoramento da experiência de colaboradores;

●        40% de redução nos custos operacionais;

●        35% de aprimoramento na velocidade e/ou precisão na tomada de decisões relacionadas a produtos.

Ao analisar todos esses pontos, essa tecnologia não é apenas um conceito interessante: já vem produzindo resultados reais no mundo empresarial. E, para extrair todo esse potencial, basta investir nas ferramentas certas, criar um ambiente digital favorável e incluir a inteligência cognitiva no centro do seu processo de tomada de decisão.

Que tal contar com uma parceria especializada na implementação dessa solução tecnológica tão importante? A Stefanini pode ajudar a encontrar as melhores ferramentas, sistemas e infraestrutura para uma verdadeira empresa do futuro. Entre em contato e saiba como começar!

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