7 melhores formas de aplicar a Inteligência Artificial no varejo

28 de Julho de 2022 por Stefanini

Não é novidade que a transformação digital mudou de ritmo com a pandemia de COVID-19, acelerando sua expansão diante da necessidade de usar o máximo potencial das soluções tecnológicas para manter os negócios em funcionamento. Grande parte das estratégias adotadas se mostraram realmente efetivas e motivaram fortes movimentos no que podemos chamar pós-pandemia. Um exemplo disso é o uso da Inteligência Artificial no varejo. Esse recurso já vinha sendo utilizado — principalmente pelos grandes e-commerces — em várias situações.

Entretanto, agora está se popularizando com outras formas de ser aplicada.

Neste artigo, vamos listar as 7 melhores maneiras de colocar essa tecnologia em prática no comércio. Confira!

QUAL É O PANORAMA ATUAL DO USO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO VAREJO?

Apesar de não ser novidade, a implementação de Inteligência Artificial no varejo continua em progresso. O processo de adoção dessa tecnologia varia de acordo com o modelo de negócio, o orçamento disponível e o tamanho do empreendimento.

Assim, empresas maiores — como grandes redes de lojas e e-commerces com grande volume de transações — vinham adotando esse recurso ou investiram nele rapidamente no contexto da pandemia de COVID-19. Enquanto isso, embora cada vez em menor quantidade, varejistas de médio porte ainda resistem a essa transformação e estão iniciando a mudança de forma lenta, impulsionados mais por necessidade que por convicção.

No entanto, os clientes já convivem no dia a dia com a Inteligência Artificial no varejo. Chatbots, trocadores virtuais, algoritmos de personalização de ofertas, sistemas de autoatendimento e plataformas de omnichannel são alguns exemplos. Afinal, Inteligência Artificial é encontrada e aplicações desde a produção e venda dos produtos até o pós-venda.

Nesse sentido, a IA tem contribuído para o crescimento e o desenvolvimento do comércio varejista, uma vez que permite a análise de grande volume de dados que o ambiente virtual disponibiliza praticamente em tempo real, a interpretação de quantidades imensas de eventos à luz da inteligência de negócio, e a obtenção de respostas às novas demandas de um mercado em constante mutação, garantindo assim diferencial competitivo.

QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS APLICAÇÕES DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO VAREJO?

Não somente as estratégias e aplicações que usam IA vão evoluindo, mas também novas maneiras de aplicar a Inteligência Artificial no varejo surgem com frequência.
Veja 7 dos principais usos dessa tecnologia que o varejo simplesmente não pode ignorar!

1. ARMAZENAMENTO E INTERPRETAÇÃO DO HISTÓRICO DOS PRODUTOS

São estratégias que, avaliando a performance dos produtos perante o público consumidor, permite ações adequadas no sentido de promover o aumento do ticket médio,  fazendo automaticamente sugestões de produtos complementares ao que foi adquirido, de opções que outras pessoas que compraram os mesmos itens também levaram e de produtos classificados como semelhantes. Avaliação de performance de produtos com uma análise contextual, permitindo que haja a percepção de contextos em que um produto performa melhor ou pior, combinando fatores externos como clima, notícias, influenciadores e preços da concorrência com contextos locais como posicionamento dos produtos na área da loja física, disposição das informações nos canais online, e uma infinidade de aspectos cuja combinação e interpretação seria impossível obter no modelo tradicional de análise.

A Inteligência Artificial tem sido usada para isso há algum tempo, armazenando e analisando o histórico do cliente para oferecer, com cada vez mais exatidão, boas dicas ao consumidor.

2. GESTÃO DE ESTOQUE

Nunca foi um bom negócio trabalhar com grandes volumes de mercadorias armazenadas, entretanto quanto mais inteligência o varejo utiliza, mais vital uma boa gestão dos estoques se revela.
Por outro lado, a falta de produtos nas prateleiras, provocando a chamada ruptura, talvez seja dos piores pesadelos para o varejista. É ter um cliente querendo comprar e não conseguindo prover o produto a ele.

Dessa forma, a gestão do estoque deve ser precisa, considerando sazonalidades, regionalidades, aspectos econômicos e sociais, tendências e informações em geral.

Inteligência artificial usada de forma adequada consegue analisar essa infinidade de fatores em grande volume, permitindo a manutenção do equilíbrio, atendendo às demandas sem sobras que geram prejuízos financeiros.

3. OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO DE COMPRA

De modo semelhante à gestão do estoque, outra aplicação da Inteligência Artificial no varejo é no processo de compra. Essa tecnologia pode prever estatisticamente qual será a taxa de saída de um produto e estipular a quantidade ideal a adquirir. Da mesma forma, apoia efetivamente o profissional das áreas de compras, no sentido de realização do processo da forma mais vantajosa.

Para tanto, a IA considera dados internos — vendas, inadimplência, perfil dos clientes — e informações externas — tendências em redes sociais, previsão para o PIB, índice de confiança dos consumidores, poder aquisitivo —, em uma análise ampla, cuja realização seria inviável para um ser humano.

4. TECNOLOGIA RFID

RFID é a sigla em inglês para Identificação por Radiofrequência. Trata-se de uma tecnologia que utiliza uma etiqueta fixada nas mercadorias cujas informações podem ser detectadas por leitores. Esses leitores podem ser equipamentos manuais portáteis ou até mesmo portais que identificam produtos em grande quantidade trafegando em um depósito ou loja.

Esse mecanismo gera insumos de localização de produtos ou até mesmo de pessoas, se colocada uma etiqueta em um crachá por exemplo.
A associação entre esses insumos de informação gerados, e aplicações de Inteligência Artificial, permite não somente que sejam detectadas não conformidades na movimentação do que está sendo monitorado, mas também que se tenha percepção de ações a serem tomadas em tempo real no sentido de garantir que os processos logísticos sejam permanentemente tanto ágeis quanto seguros.

Uma vez que a logística sabidamente é hoje um dos principais diferenciais competitivos das empresas de varejo, a utilização desse tipo de estratégia contribui efetivamente para resultados do varejosta e satisfação do cliente.

5. COMPORTAMENTO DO CLIENTE

Quase todas as decisões de um varejo são tomadas com base nas preferências dos clientes. Diante disso, conhecer seus padrões de comportamento e consumo facilita essas decisões.
A Inteligência Artificial disponibiliza insights com base em grandes volumes de dados de diversas fontes para que o comércio atenda ao consumidor plenamente.

O que antigamente era representado por um mapa de calor, que apontava simplesmente locais das lojas em que havia um grande afluxo de clientes, com inteligência artificial permite a percepção de resultados efetivos a partir do comportamento dos clientes. Combinando uso de imagens com outros geradores de insumos de informação, saber, por exemplo, que 82% dos clientes que passam pelo corredor 4 de sua loja convertem 53% a mais que os que não passam por aquele corredor é, minimamente uma informação que merece uma análise.

6. TRANSFORMAÇÃO DA JORNADA

A chamada jornada do cliente é um conceito muito antigo. Os primeiros varejistas já observavam os passos de seus clientes e já faziam esforços no sentido de fazer com que esses passos (jornada) compusessem um processo mais agradável, e dessa forma, se bem observados pudessem propiciar melhores vendas. Na medida que a tecnologia foi evoluindo, os métodos de definição e percepção das jornadas e micro-jornadas foram sendo aprimorados e os modelos matemáticos foram ficando mais eficazes, técnicas e ações para atrair, educar e vender com base no comportamento do público foram ganhando mais e mais relevância.
Embora exista a tendência se pensarmos em jornadas sempre observando o canal online, a jornada está associada hoje a uma abordagem de omnicanalidade, em que a interação com os canais físicos são tão importantes quanto a interação dos clientes com a marca via canais online

Conhecer e compreender de fato a jornada dos clientes e suas especificidades, é uma conquista valiosíssima na medida em que, conhecendo realmente bem seu cliente e sua jornada, pode-se transformar com sucesso a interação do cliente com a marca. Dados sobre o período em que está ativo, os fatores que influenciam sua decisão de consumo etc. são fundamentais nesse contexto.

A IA, enquanto ferramenta para trabalhar com um amplo volume de informações, possibilita transformar com sucesso esse processo, permitindo que:

  • A jornada do cliente possa ser detectada, e permanentemente melhorada;
  • A interação com a marca não seja nunca uma preocupação ou um desprazer para o cliente
  • Jornadas sejam igualmente prazerosas, qualquer que seja o canal utilizado;
  • Jornadas de todos os clientes sejam acompanhadas e permanentemente melhoradas, independentemente dos volumes envolvidos;
  • Atendimento possa ser automatizado quando possível, sem fazer disso um momento de tensão para o cliente, de forma aderente à sua jornada;
  • Em uma visão omnichannel, qualquer não conformidade seja imediatamente detectada e tratada.

7. ATENDIMENTO PERSONALIZADO

O foco em um atendimento personalizado existe desde antes de que as soluções de CRM começassem a surgir em grande escala no mercado.

Há muitas décadas, antes de que grandes redes fossem tão numerosas, tratar o cliente não como um número, mas sim como alguém conhecido da loja sempre deu bons resultados.

Conforme as lojas foram crescendo e se transformando em redes, a impessoalidade passou a ser um fator prejudicial de distanciamento entre o cliente e a marca.

Se nem mesmo as informações básicas eram mantidas e usadas adequadamente na interação com o cliente, o que dirá de seus gostos, preferências e peculiaridades?

Várias ferramentas surgiram visando solucionar essa dificuldade, e um longo caminho foi percorrido até o cliente tivesse a percepção de que marcas praticavam uma relação personalizada de forma  genuína e não superficial.

Já faz algum tempo que o empoderamento dos clientes, a escalada de utilização das redes sociais e a multiplicação de opções de compra à disposição dos consumidores exigem que não só o cliente seja tratado de forma personalizada em suas características básicas, mas que seus gostos e suas preferências sejam permanentemente detectados, acompanhados e respeitados.
Para que esse nível de personalização, que aliás é o único efetivamente percebido pelo cliente, possa ser praticado, é imprescindível a utilização de recursos de inteligência artificial.

AMPLIANDO A VISÃO

Expandindo um pouco os aspectos comentados nos sete temas acima, vale ilustrar em uma forma mais ampla, pontos em que inteligência artificial realmente agrega valor ao varejo:

  • A necessidade de lançar mão de tecnologias para se manter fez com que muitos varejistas percebessem os benefícios da Inteligência Artificial para suas operações e estratégias, como:
  • Otimização operacional ou logística, tornando a execução de tarefas eficaz e reduzindo seus custos;
  • Direcionamento preciso das ações de marketing e vendas, aumentando sua eficiência e taxa de conversão;
  • Eliminação da ação direta da equipe em atividades repetitivas, burocráticas, lentas e que pouco agregam aos resultados, ampliando sua produtividade;
  • Maior capacidade de previsão das demandas para fazer compras exatas ou disponibilizar uma experiência personalizada para o consumidor, elevando sua satisfação e fidelização;
  • Mais profundidade para análise de dados e escalabilidade na automação de processos;
  • Implementação de meios para a melhoria contínua, inovação e diferenciação;
  • Antecipação de padrões e identificação de tendências para aproveitar oportunidades e prevenir crises.

QUAIS SÃO AS CONSEQUÊNCIAS DE NÃO INVESTIR NA IMPLEMENTAÇÃO DESSA TECNOLOGIA?

O fato é que a Inteligência Artificial nas empresas é uma realidade para os grandes empreendimentos há algum tempo. Porém, a aceleração da digitalização indica que quem não investir em sua implementação vai ficar para trás dos concorrentes e corre o risco de perder espaço no mercado.

Ainda, é importante perceber que a competitividade de um varejo está muito atrelada à capacidade de otimizar suas operações, prever tendências e, acima de tudo, satisfazer o cliente com uma experiência personalizada. Aspectos estes que são viabilizados e potencializados pela IA.

Se você também quer que sua empresa entre na era digital, o caminho para isso é contar com as 7 aplicações para Inteligência Artificial no varejo que indicamos neste artigo. Basta ver os benefícios de investir nesse recurso e as consequências de não fazê-lo para saber qual é a decisão certa a tomar.

Soluções de IA não são mais inovações distantes. A Stefanini oferece essa tecnologia de uma forma simples e prática. Entre em contato e descubra como!

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