Women Innovation Network: faça parte desta comunidade inspiradora

Imagina uma comunidade de inovação feita por mulheres em que todas as pessoas são bem-vindas? Prazer, Women Innovation Network! Vem saber mais sobre a gente.

08 de Dezembro de 2021 por Stefanini

Como é ser uma mulher na área de inovação? Devemos escutar atentamente todas as respostas sobre essa pergunta. Afinal, a realidade de cada profissional vai variar de acordo com a sua origem, experiências e ambiente em que vive e trabalha. 

Mas uma coisa todas elas têm em comum: inteligência, competência e resiliência para lidar com os desafios diários e também para fortalecer a união feminina em um mercado majoritariamente ocupado por homens.

Essa é uma das premissas da Women Innovation Network (WIN), idealizada por Mary Ballesta, nossa Diretora de Inovação e Digital, e Christiane Ortigoza, nossa Consultora de Insights e Estratégias, com lideranças femininas de outras organizações. Quer entender porquê e para que essa comunidade foi criada? Fique com a gente!

 

O desafio é dar voz às mulheres

A sociedade construiu certos paradigmas sobre as competências e ambições que as mulheres supostamente deveriam ter. No entanto, não existem limites na visão de capacidades, habilidades e conquistas que nós podemos perseguir. 

O desafio é não olhar de forma passiva frente às dificuldades que encontramos e, muito menos, deixá-las definir a nossa trajetória profissional. Pelo contrário: devemos ser verdadeiras protagonistas!

Nas palavras de Chris, “procuro enxergar as diversas situações que se apresentam como oportunidades de me posicionar, inovar e estimular o pensamento crítico sobre os paradigmas que a sociedade impõe. Não podemos esquecer que somos todos seres humanos e devemos nos tratar de uma maneira muito mais inclusiva para construir o futuro que queremos”.

E Mary complementa.“Devemos pegar nossa carreira e construí-la com todas as competências que temos, independente do nosso gênero, etnia, orientação sexual, etc...pois o importante é o valor que trazemos. Quando você percebe isso, o medo vai embora”.

Então, seja a mulher que você é

A Diretora de Inovação ainda fala que “para crescer na minha carreira eu não pude me sentir menos por ser mulher. Então recomendo que as pessoas abracem as mulheres que elas são, com tudo que as caracteriza. Isso também significa que a gente não tem que concorrer ou se comparar com os homens. Não precisa mesmo! Ser nós mesmas é o que nos faz brilhar”.

Pois, o mercado perde quando não traz diversidade

Você já ouviu falar a frase “diversidade é chamar para a festa e inclusão é convidar para dançar”? Ela sintetiza bem a divergência desses dois conceitos e reforça que eles precisam andar juntos para que a gente viva e trabalhe em um ambiente mais plural.

De acordo com a Chris e a Mary, quando trazemos pessoas diferentes, com perfis, realidades e mentalidades diversas, consequentemente criamos inovação. Empresas que não investem em inclusão, acabam engessando o seu modo de pensar e de agir e se tornam menos competitivas a longo prazo.

Afinal, a inovação é para todos

É esse o mindset que a Women Innovation Network acredita e propaga. Independentemente de ter sido fundada por mulheres, a comunidade é um espaço de aprendizado para todas as pessoas que se identificam com esse gênero ou qualquer outro. “Pois a inovação transcende o universo feminino”, destaca Chris.

A WIN surgiu como uma ponte para conectarmos toda essa diversidade, compartilhar conhecimentos, e nos unirmos com profissionais que tenham como propósito inovar em seu trabalho, no modelo de liderança, ou na maneira de encarar os desafios do mercado.

“Esse ano começamos a crescer e fortalecer a nossa comunidade. Quando entram novas pessoas, por exemplo, fazemos um onboarding para que todo mundo se conheça e já comece a trocar. Também temos um grupo WhatsApp e promovemos alguns encontros, como um café da manhã com convidados especiais. Tudo a distância até então”.

Além disso, utilizamos outros canais digitais para fomentar o debate de maneira assíncrona, cada pessoa no seu tempo. Inclusive, recentemente, uma integrante trouxe para a mesa a discussão sobre o futuro do trabalho.

O mais interessante é que essa conversa acabou abrindo portas para outros assuntos, principalmente sobre resiliência e as competências necessárias para acompanharmos as mudanças na sociedade que requerem novas lógicas para enfrentarmos.

“Nosso próximo passo é convidar mais gente para participar e trazer maior diversidade de temas e flexibilidade para trabalhá-los em paralelo. Outra meta é começarmos a fazer encontros presenciais, para que aconteçam outros modelos de dinâmicas no grupo”, finaliza Mary.

Inclusive, você pode fazer parte da Women Innovation Network, sabia? É só acompanhar o LinkedIn da Mary e da Chris para se informar sobre as próximas datas de inscrição!

 Ah, e claro, você também pode trabalhar aqui com a gente, pertinho delas. Dê uma olhadinha nas nossas oportunidades.

Vamos cocriar, solicite uma proposta dos nossos especialistas