Tech Lead na Stefanini - Descubra como você pode chegar lá

17 de Dezembro de 2019 por Stefanini

Ocupar um lugar de destaque, como tech lead, é um dos sonhos mais comuns, entre as pessoas que estão no início da carreira. Mas apesar de comum, este sonho não se concretiza de maneira simples, é preciso muita dedicação e estratégia.

Para ajudar quem tem vontade de seguir esse caminho, conversamos um pouco com Renato Gomes da Silva, que trabalha na Stefanini faz um bom tempo, conseguiu tornar-se gestor e tem um monte de dicas muito interessantes para compartilhar. Fique com a gente, as dicas podem te ajudar de verdade!

De estagiário a Tech Lead: trajetória de sucesso, subindo degrau por degrau

Atualmente um dos coordenadores de um time de 70 pessoas que trabalham na unidade da Stefanini, em Juiz de Fora – MG, Renato Gomes da Silva entrou na empresa há sete anos, como estagiário. Nessa época, ele ainda cursava Sistema da Informação e conheceu a companhia através de um treinamento de programação em Java, que era oferecido aos estudantes de universidades da região.

Ao final do treinamento, que durava 1 mês, Renato fez um teste, foi aprovado e contratado. Ao contar sobre a sua entrada para o time de talentos da Stefanini, ele lembra que a empresa tinha acabado de chegar na região, mas o fato de ser uma multinacional com operações em vários países fez com que a oportunidade fosse desejada por muitos.

Depois de 1 ano e 9 meses como estagiário de Java, o gestor foi efetivado e assumiu o posto de programador júnior, cargo que ocupou por aproximadamente 2 anos. Os postos de programador pleno e sênior também fizeram parte do caminho que ele trilhou. Este caminho pode ser interpretado como clássico, já que conta com todas as paradas tradicionais antes de atingir uma posição de liderança, como tech lead.

O fato dele ter passado por todos esses cargos garantiu conhecimento técnico para que, depois de gestor, ele conheça efetivamente a rotina de quem trabalha na operação. Qualidade fundamental para quem quer ser um tech lead justo, que consegue entender o dia-a-dia da sua equipe.

Os desafios como Tech Lead na Stefanini

Ao atingir a gestão, Renato deu de cara com mais um desafio, liderar equipes que programam na linguagem Java e em várias outras. Esse desafio não existe por acaso, ele faz parte de uma estratégia que incentiva os gestores a lidarem com profissionais de diferentes funções e formações. O que nos mostra que além das qualidades técnicas, para liderar na Stefanini, é preciso ter capacidade de adaptação e boa comunicação. Afinal de contas, como seria possível orientar um time tão grande sem conseguir transmitir mensagens claras?

Quando questionado sobre quais atitudes contribuíram para a sua evolução, Renato não pensou duas vezes e disse: “Saber ouvir as críticas e sugestões dos meus gestores, durante os feedbacks que recebi”.  Mais do que isso, o atual tech lead procurava seus gestores para perguntar quais atitudes ele precisava adotar para conseguir ser promovido.

Usar as lideranças que ele admirava como inspiração foi outra tática adotada pelo coordenador.  Observar o comportamento desses profissionais, a maneira como eles se portavam na empresa, quais as características que eles tinham e que ele também poderia cultivar... Tudo isso foi fundamental para a sua evolução profissional.

Outro hábito que o ajudou a crescer foi manter-se sempre proativo. A Stefanini é considerada um ambiente cheio de oportunidades para quem tem vontade de criar e evoluir. Renato usou esse ambiente e fez da proatividade uma das suas maiores características. Apesar disso, o profissional da tecnologia pontua: “Não adianta nada ser proativo e fazer só o que vem à cabeça, é preciso saber ouvir”.

Quem está interessado em chegar aonde Renato chegou pode ficar animado. O coordenador assistiu a preocupação com o desenvolvimento de profissionais crescer consideravelmente. Tanto que a rotina de feedbacks é forte e tem como única intenção a evolução dos profissionais que já fazem parte do time. Além disso, também são frequentes os treinamentos para o desenvolvimento de lideranças.

Uma de suas funções mais importantes é se relacionar com clientes e, por isso, a empatia é apontada por Renato como outra soft skill fundamental para quem quer ser um bom líder. Sem a capacidade de tentar se colocar no lugar do cliente, para entender suas dores e o que ele realmente precisa, é impossível fazer um bom trabalho.

Por último, Renato foi questionado sobre qual dica ele daria para quem está no começo da carreira. Como resposta ganhamos: “Tente sempre sair da sua zona de conforto”. Segundo o gestor, sem buscar novos caminhos, a evolução não acontece!

Agora que você já conhece a trajetória de um profissional que conseguiu atingir o seu objetivo, não perca tempo e batalhe pelos seus sonhos! Se ficou interessado sobre a nossa empresa, aproveite e confira nossas vagas no site

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