Intraempreendedorismo: como empreender dentro da sua empresa e alavancar sua carreira?

29 de Setembro de 2020 por Stefanini

Para aqueles que não sabem, o intraempreendedorismo é o nome dado a postura empreendedora que os colaboradores adotam dentro do seu ambiente de trabalho. Sabe aquela famosa postura de dono que as empresas tanto buscam atualmente?

 

Então, o intraempreendedorismo é justamente sobre isso.

Ou seja, diferentemente do empreendedor externo que assume os riscos de criar um negócio próprio, o intraempreendedor é aquele que ajuda a inovar e melhorar os processos de uma empresa já estabelecida - assumindo assim apenas alguns riscos controlados. 

E, para te ajudar a dar esse passo e alavancar a sua carreira, trouxemos algumas dicas para quem quer se tornar um intraempreendedor e se destacar dentro da empresa. 

Confira:

Como surgiu o intraempreendedorismo?

Apesar de parecer só um termo da moda, o conceito de intraempreendedorismo foi criado ainda em 1978 pelo empreendedor Gifford Pinchot III e sua esposa Elizabeth, a ideia foi apresentada por intermédio do artigo denominado Intra-Corporate Entrepreneurship.

Mas, o termo só ganhou relevância mesmo em 1985, quando o próprio Steve Jobs classificou o time da Macintosh como intraempreendedor, popularizando assim este termo.

De lá para cá, muita coisa mudou: a postura corporativista de não dar liberdade para os profissionais foi substituída por um modelo de negócios baseado na autonomia e o intraempreendedorismo se tornou um diferencial competitivo no mercado de trabalho. 

Quer uma prova? Bom, a Google que é, atualmente, uma das maiores empresas do mercado baseia sua cultura na política dos 20%, no qual orienta que os seus colaboradores usem 20% do expediente para pensar em projetos pessoais e novas ideias para companhia. 

Foi dessa postura, inclusive, que nasceu ferramentas como Gmail e o Google Maps.

Além disso, uma pesquisa publicada na MIT Sloan mostrou que o maior progresso das empresas é resultado direto de ideias internas que são aplicadas em projetos reais, resultando assim em soluções inovadoras e uma lucratividade 11% maior.

No entanto, não são apenas as empresas que se beneficiam dessa prática. Os talentos que possuem postura de dono também são muito cobiçados pelo mercado. 

E, geralmente, esses profissionais possuem algumas skills como:

  • Iniciativa própria;
  • Visão sistêmica;
  • Criatividade;
  • Ousadia;
  • Senso crítico;
  • Curiosidade;
  • Capacidade de aprender sozinho;
  • Paixão por resultados;
  • Interesse em solucionar problemas complexos;
  • Propósitos e valores muito bem definidos;
  • Bom relacionamento interpessoal (com o time e com os clientes)
  • E atitude colaborativa.

 

Mas como empreender dentro da minha empresa?

Para praticar o intraempreendedorismo você pode dar alguns passos simples, como:

1. Conhecer sua empresa a fundo: 

 Bom, por mais óbvio que isso pareça: não existe outra forma de começar a assumir uma postura intraempreendedora senão conhecendo todos os processos, serviços, produtos e, principalmente, as dificuldades e os desafios atuais da sua empresa.

 E aqui entra o dever de casa completo, que inclui também conhecer a história, a cultura, os objetivos, a missão e os propósitos da sua organização. Já que o intraempreendedorismo nada mais é do que uma atitude e um sentimento de dono.

2. Acompanhar as tendências e aproveitar as oportunidades:

Assim como um empreendedor que percebe as brechas do mercado e assume riscos para aproveitar algumas oportunidades, o intraempreendedor também precisa estar atento as demandas da sua empresa para conseguir assim propor novas soluções.

Mas, para isso, você precisa conhecer as tendências da sua área e do seu mercado. Acompanhando todas as novidades do seu setor e tentando descobrir novas formas de implementar soluções ou resolver velhos problemas que possam agregar valor e resultados.

3. Começar introduzindo melhorias na sua área:

Sabe aquela máxima de um passo de cada vez? Então, ela também diz muito sobre o intraempreendedorismo. Isto é: comece pelo básico e depois resolva o grande.

Para isso, você pode começar resolvendo os problemas da sua equipe ou da sua área, sejam eles questões gerenciais, redução de custos, otimização de tempo ou aceleração de processos que possam trazer mais qualidade para empresa como um todo. 

E aqui vale até coisas simples como implementar um modelo de gestão de tarefas ou criar um software que possa automatizar algumas funções mais manuais.

4. Aproveitar ao máximo os recursos disponíveis:

Quando você solicitar meios para tirar seus projetos do papel, tente otimizar o máximo possível os recursos disponíveis. Isso vai mostrar que você está, de fato, comprometido e que realmente está buscando retorno e melhorias para sua organização.

5. Se especialize em uma área, mas entenda o processo como um todo:

É claro que cada profissional quer ser um especialista nas funções para as quais foi contratado. Mas, além de buscar qualificação na área que você atua, tente também ter uma visão sistêmica do negócio e de todos os processos em que a sua empresa está inserida.

Quando você entende os processos, objetivos, resultados e próximos passos da sua empresa, você passa a ter uma visão mais ampla que te permitirá enxergar novas oportunidades de negócio, além de é claro, melhorias contínuas para a sua organização. Integrando assim as suas responsabilidades com as etapas de geração de valor.

Na Stefanini, por exemplo, nós buscamos por profissionais inovadores, corajosos, ousados, com senso de dono e capazes de empreender e fazer a diferença. Pois, nós acreditamos que, juntos, nós vamos bem mais longe e caminhamos muito melhor.

Gostou? Então, se inscreva no nosso banco de talentos e continue acompanhando nossos conteúdos, pois sempre abordamos assuntos importantes para a sua carreira. 

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