Sem toda a alegoria representada nas telas do cinema, a IA faz parte do cotidiano das pessoas

IA -  A ideia de que a máquina tomará o lugar do homem e terá inteligência superior é o grande mito que ronda o assunto

A ideia de que a máquina tomará o lugar do homem e terá inteligência superior é o grande mito que ronda a IA

Quando o assunto é Inteligência Artificial, a criatividade não tem limite. A ideia de que a máquina tomará o lugar do homem e terá inteligência superior, de forma a conseguir até mesmo manipular o ser humano, é o grande mito que ronda o assunto. Quem não se lembra do David, o garoto robô do longa A.I. – Inteligência Artificial (2001), de Steven Spielberg; ou de Andrew, o robô vivido pelo ator Robin Willians no filme O Homem Bicentenário (1999)? Rodeada de histórias e ideias futuristas, a Inteligência Artifical (IA) já é uma realidade que faz parte do cotidiano das pessoas.

Inteligência Artificial é todo processo de simulação e tomada de decisão feita por um sistema não humano que tenta seguir o que um ser portador de inteligência faria numa situação idêntica. Entre os vários benefícios, a IA é muito importante para substituir o elemento humano em decisões que precisam ser tomadas em milésimos de segundo para grandes volumes de informação.

Diferente das criativas ideias mostradas nos filmes, a Inteligência Artificial é uma realidade usada, por exemplo, no sensor de ré nos carros, que vai aumentando a frequência do beep quando o carro se aproxima do veículo estacionado logo atrás.

A IA também está presente em controladores de tráfego, computadores de bordo, sistemas especialistas em medicina, sistemas supervisores de redes elétricas, sistemas de monitoramento de redes sociais, sistemas de previsão metereológica, sistemas bancários, de cartão de crédito, entre outros.

Na Copa do Mundo, a IA também estará presente em muitos dos sitemas de segurança e prevenção de pânico em multidões, além de fazer parte do espetáculo. Um jovem com paralisia nas pernas conseguirá dar o pontapé inicial da Copa, sustentado por um exoesqueleto (uma estrutura de titânio e fibra de carbono ligada à sistemas de IA embarcados) desenvolvido pelo neuropesquisador brasileiro Miguel Nicolelis, muito famoso nos EUA.

Há cerca de 15 anos, a IA não era um grande negócio, imprescindível como hoje. O assunto era visto com curiosidade e não havia investimento. Com um mercado mais exigente, as margens operacionais cada vez menores, o custo do elemento humano em decisões periféricas se tornando excessivo em volume de informação e a dificuldade de manusear simultaneamente milhares de informações, a IA ganhou espaço e aqueles que investiram na tecnologia conseguiram retomar suas antigas margens.

IA e o que vem pela frente

O futuro da IA é promissor. A Google, por exemplo, já está em estado avançado para o lançamento de uma carro autônomo guiado por um sistema de IA que se comunica em tempo real com a rede GPS. Isso significa que em breve poderemos ver táxis sem motoristas nos grandes centros.

Também há sistemas sendo embarcados em carros experimentais que se comunicam em tempo real com os outros carros, evitando batidas quando em trânsito, além dos sistemas de Drones (aeronaves não tripuladas), em estado avançado de desenvolvimento, usados na área militar, em guerras e monitoramento de fronteiras, e também para vistoria em redes de alta tensão.

IA Stefanini

A Stefanini desenvolveu a Parli, uma plataforma inteligente de Atendimento Virtual. A ferramenta foi aperfeiçoada em conjunto com sua coligada Woopi, empresa focada em Pesquisa e Desenvolvimento.

O conceito de IA por trás da Parli tem o objetivo de substituir o atendimento humano por ferramentas altamente sofisticadas que interagem com o usuário, buscando o contexto exato de suas necessidades. Nenhum sistema no país alcançou um grau tão alto de compreensão de contexto, ou seja, entender o desejo do usuário e gerar uma ação a partir disso.

Mas os investimento da Stefanini em IA começaram antes da Parli, em 2009, com a aquisição da Stefanini Document Solutions, empresa completamente focada em IA. Com 90% da equipe formada por PhDs e Msc, a empresa é a única da América Latina a pesquisar e desenvolver do zero um grande conjunto de robôs de software utilizando redes neurais e IA.

Entre os vários produtos, dois devem ser destacados. Um é focado em esteira de automação de documentos e o outro em monitoramento de mídias. Nos dois exemplos os robôs funcionam como um olho humano extremamente treinado e competente para identificar situações, somado a um “cerebro” que, uma vez a situação identificada, toma de forma autônoma e independente as decisões necessárias.

Pesquisa

Está no DNA das empresas como a Stefanini Document Solutions e a Woopi pesquisar e criar novas tecnologias inteligentes que permitam ganhos operacionais para os clientes. O ambiente de pesquisa da Stefanini Document Solutions conta com o único grupo na empresa que possui patentes dos seus softwares (já são 10), além de mais de 30 publicações em seminários de referência.

A Stefanini Document Solutions tem aprofundado suas pesquisas para disponibilizar ao mercado novos produtos com base em IA e Redes Neurais dentro do segmento em que atua. No passado, o mesmo grupo desenvolveu um nariz artificial que cheirava e identificava tipos de gases para evitar vazamento sem a percepção humana. Este nariz é utilizado hoje por uma grande empreiteira em plataformas de petróleo.

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